Ombros em risco: impactos da ausência de rodízio em ambientes produtivos

Nos ambientes industriais, os ombros estão entre as regiões mais afetadas pelos movimentos repetitivos e pela ausência de rodízio de tarefas. Essa falta de alternância sobrecarrega os mesmos grupos musculares, aumentando o risco de fadiga localizada, tendinites, bursites, síndromes de impacto, dor crônica e afastamentos.

Além do impacto direto na saúde, a ausência de rodízio gera queda de produtividade, aumento de custos com afastamentos e indenizações, além de comprometer a qualidade de vida dos trabalhadores.

A prevenção depende de medidas ergonômicas, como rodízio entre atividades, pausas programadas, treinamentos, adequação de postos de trabalho e exercícios de alongamento.

Sem descanso e variação, os ombros tornam-se um ponto crítico de risco nas fábricas — e investir em ergonomia é a forma mais eficaz de proteger tanto o trabalhador quanto a empresa.

 

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